segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Subjetivismo da alma*

26/05/04 (Editado)

Que canto belo tem os pássaros!
Como é belo e limpo o céu,
O vento me traz lembranças e algumas respostas.

Que saudade desse belo canto
Desse tempo, desse vento...
Que saudade de ser acariciada

Quero abraçar e ser abraçada
Nos sonhos me permito tais desejos
Agora a morte adoro!

Deprimente e sujo depoimento
Amo e odeio
Mas a saudade, como água benta
Limpa esse tormento pecado.

Agora, a pureza de meu coração retorna
A volta desse sentimento gracioso
Limpa a alma que ama agora.
Os sonhos voltam e os objetivos se fixam.
Obrigada graciosa luz de um vento durante este calmo inverno.

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