Ninguém à escutar
Ninguém à compreender,
Ninguém à falar, à dizer, à teimar
Por quê você não está aqui, ninguém?!
Quando o sol parece nascer,
A chuva vem para escurecer
Morrer, matar
Ninguém a se rir
solidão aflige o ser.
O humano já não é mais alguém,
É um monstro de cara carrancuda
de cara mascarada,
de ilusão danada.
A calmaria de uma maré...
Cadê a fé?
quem es ti fé de ninguém do meu ser?
Meu ser congelado,
Mecanizado pelo sistema.
Assim, que tal?
Que tal morrer antes de me dizer,
Questões não respondidas
Que enganam...
e posso até pensar que seria uma boa resposta.
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