segunda-feira, 6 de julho de 2009

sem vez

as palavras que assombram
o semblante oculto
da mente despreparada
contempla o ódio e a ilusão
como mera verdade passageira
tudo é o não ser
inconstante da parábola
sem vez
sem dor

cála-te!

calmamente
chama
à fronte
a doçura
das belas
delicadas
sílabas
esculturas verbais
sem ação
só gesto.
dos pensamentos turvos
complexos.
sonoro


um
A

Um comentário:

R.P.I. disse...

Hunm... estava com saudades de ler suas palavras