a lua distante
quero alcança-la
mas os braços,
dos abraços
vazios
cheios
de névoas
enevoando
o olhar
envenenado,
fraquejam
curiosas crateras
que fascinam
voa
vinde
fica
que minha sede é grande
e o sangue me falta
mas a lua
imensa
alumia o céu
e a rua
escura
Um comentário:
Lua... todo mundo que olha deve ter vontade de pegar, guardar e não repartir!!
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