segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Plenilúnio

a lua distante
quero alcança-la
mas os braços,
dos abraços
vazios
cheios
de névoas
enevoando
o olhar
envenenado,
fraquejam

curiosas crateras
que fascinam
voa
vinde
fica
que minha sede é grande
e o sangue me falta
mas a lua
imensa
alumia o céu
e a rua
escura

Um comentário:

Anônimo disse...

Lua... todo mundo que olha deve ter vontade de pegar, guardar e não repartir!!