O som de alguns carros, poucas pessoas a passear, de repente um cheiro de flor, é uma dama-da-noite; Mas que cheiro bom!
Os postes solitários e suas sombras amigas a iluminar e os fios, que emaranhado numa sombra, imita uma teia desenha no chão amarelado pela luz, sua mais vil e mais formosa face. As nuvens dão lugar às estrelas tímidas, ao luar e à poluição.
As flores e seus segredos, a noite são todos desvendados.
A lua mística, escondida, mas clara e de presença forte no céu.
A rua com toda a sua graça e seu show de luzes que de dia era o seu vai-e-vem de gente, cigarro, escapamento, fumaça e fumaça. A noite a fumaça está mais lá em cima, o horário pede calma, as pessoas se recolhem em suas casinhas, ligam suas televisões e assim descansam, deixando a rua para o sonhador e os não sonhadores. E assim a noite se cala e veste seu luto.
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